Palavras de amor, palavras de afeto, palavras de alegria, palavras de amizade, palavras de carinho. São tantas palavras... Palavras, palavras...


domingo, 11 de março de 2012

THE FEVERS Para Sempre!

Fui com a família à Lona Cultural Elza Osborne, em Campo Grande (RJ), dançar com The Fevers!
Que delícia! Voltei no tempo e me diverti bastante! Meu presente para quem curte...
Artemísia

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Raimundo Alves de Oliveira era o seu nome. Após formar-se em Medicina mudou o nome para Raimundo Sátiro, acrescentando o Dr. Nasceu no Sítio Boa Vista, município de Várzea Alegre, no dia 30 de janeiro de 1945. Filho do agricultor, Francisco Alves de Oliveira e Edvirgens Alves de Carvalho. Aí vivendo apenas onze meses, pois seus pais mudam-se para o Sítio Bravas, município de Carius, onde reside até seus dezessete anos, quando retorna à boa Vista para morar com o Tio Joaquim de Sátiro, irmão do seu pai, com o objetivo de estudar. É o quinto filho de uma família de onze irmãos. É politizado e gosta muito de um debate com quem aprecia o assunto à tardinha na Calçada da Fama, como é conhecida a Calçada da casa de sua mãe no Bairro Vazante em Várzea Alegre. Quando não está de Plantão, o que é raro ou enquanto espera a hora de descer o morro e ir para o Hospital onde trabalha, senta, sem camisa. Se é tempo de milho verde, lá vem milho assado! Se é tempo de manga, lá vem manga da sua Fazenda Jaburu. Come milho ou come manga. Gosta também de melancia. Quem chegar à Calçada pode saborear tudo isso com ele. É um apreciador das comidas típicas de sua terra: baião de dois, mungunzá, feijão com pão, capote torrado ou uma deliciosa galinha caipira. Tem um jeito autoritário, mas bem lá no fundo do seu coração é bem mais manso do que aparenta. É humilde, não leva a mal as brincadeiras e não guarda rancor. Tem lá os seus defeitos, mas sabe fazer e conservar amizades com importantes personagens. Tem uma “marca registrada” nas horas em opera ou faz anestesias: cantar ou assobiar! Mas diz que o que acalma o paciente é dizer que vai fazer a cirurgia sem anestesia, rapidinho o paciente relaxa e o deixa aplicar o anestésico. Seu senso de humor é bem aguçado e meio poético. Gosta muito de contar histórias por ele vividas, como a da “Criança que deu à Luz uma Criança” logo no início de sua carreira, em Várzea Alegre.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

As três Peneiras


 Um rapaz procurou Sócrates e lhe disse que precisava contar algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
O que você vai me contar passou pelas três peneiras? Três peneiras???
Sim. A primeira é a verdade. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenhas apenas ouvido contar, a coisa deve morrer por aí mesmo.
Suponhamos então que seja verdade. Deve, então, passar pela Segunda peneira: a bondade. O que vai contar é coisa boa. Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você vai me contar é verdade, é coisa boa, deverá ainda, passar pela terceira peneira: necessidade. Convém contar? É necessário contar? Resolve alguma coisa? Pode melhorar o planeta?
 E arremata Sócrates:
Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você, seu irmão irão se beneficiar. Em caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
BOM CARNAVAL A TODOS!

Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

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Att,
 
Randolph Byron
CREF1 8939 G/RJ.
Recebido via e-mail