Palavras de amor, palavras de afeto, palavras de alegria, palavras de amizade, palavras de carinho. São tantas palavras... Palavras, palavras...


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Meus netos, a segunda bênção de Deus!



Oração pelos meus netos que estão chegando

Senhor, que estas crianças sejam saudáveis e inteligentes para Te amar e que os pais sejam também inteligentes e saudáveis para educá-los no Teu amor. E nós, Senhor, os avós, sejamos saudáveis, inteligentes e conscientes para apreciarmos com amor esse momento que será para honra e glória do Teu nome e deseducação destas crianças. Amém!
A avó mais chata do Universo!
Eu!




Chegaram e crescem em tamanho e sabedoria, são crianças! E como toda criança é santa e perfeita aos olhos de Deus! Agradeço todos os dias ao meu bom Deus, criador de todas as coisas, pela vida de Bernardo e Júlia!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Inaugurado em Várzea Alegre o Memorial Joaquim de Sátiro


memqNa tarde de sábado, dia 09, o prefeito Vanderlei Freire (PSD), na companhia do secretário de Cultura e Turismo de Várzea Alegre, Francisco Milton Bezerra, participou da inauguração do Memorial Joaquim de Sátiro, no sítio Boa Vista, Sede Rural de Várzea Alegre, distante 5km da cidade.
A cerimônia de inauguração teve missa celebrada pelo padre José Mota Mendes em memória do homenageado e dos seus familiares falecidos e em Ação de Graças pelos 80 anos Nicolau Sátiro.
A iniciativa do Memorial foi do Dr. Carlyle Aquino Sátiro, neto de Joaquim de Sátiro, que nasceu em 01 de julho 1900. Ele disse que a ideia foi abraçada pela família e o objetivo é manter a família unida em encontros no local que guarda a história dos familiares em peças expostas em cômodos diferentes da antiga residência, construída numa área de serra e marcada por outro fato histórica de Várzea Alegre, o marco zero, onde seria construído o grande açude de Várzea Alegre em 1919, pelo governo federal, obra iniciada e abandonada em 1920.
Vanderlei Freire elogiou a família “Sátiro” pela criação do Memorial Joaquim de Sátiro, enfatizando que a preservação da história de grandes ícones varzealegrenses é muito importante, não apenas para os familiares, mas para todos os munícipes.
O acervo do Memorial Joaquim de Sátiro
Várzea Alegre passa a ter, a partir da inauguração deste memorial, um pedaço da sua história transformada em realidade. O projeto pioneiro na área cultural, servirá como ponto de visita para alunos, estudiosos, escritores e mesmo para leigos que queiram saber mais sobre a história de Várzea Alegre, já que Joaquim de Sátiro foi um daqueles desbravadores do sertão, que deram muito das suas vidas para transformar esta cidade no que ela é hoje. Os cômodos da casa foram divididos entres os familiares, para que cada membro possa contar a sua própria história, ressaltando os relevantes serviços prestados por eles à sociedade, sempre tendo como ponto de referência o patriarca Joaquim de Sátiro, cuja história ficará na parte central da casa, bem na sala de visitas.
História de Joaquim de Sátiro
JOAQUIM-DE-SATIROJoaquim Alves de Oliveira (Joaquim de Sátiro) nasceu em 01 de julho de 1900, no Sítio Boa Vista, Várzea Alegre, Ceará, filho de João Alves de Oliveira (João de Sátiro) e de Ana Gonçalves de Morais.  Cresceu acostumado aos trabalhos da agricultura e pecuária sertanejas.
Casou-se com Maria Bezerra de Morais, em 05 de novembro de 1922, na Matriz de São Raimundo Nonato. Em 1925, decidiu construir esta casa de morada, e assim o fez, no alto de uma serra de difícil acesso, mas de belíssima vista. Aqui tiveram seis filhos: Luiza, João, Pedro, Elizeu, Nicolau e Estevam. Também adotaram outros três: Rita, José e Raimundo.
Com seu trabalho, Joaquim prosperou e comprou terras e gados. Fez patrimônio, sem esquecer o mais importante: conquistou respeito, fez inúmeros amigos, teve centenas de compadres e afilhados, além de fazer de sua casa ponto de rancho para muitos que viajavam por estas bandas.
Em 1949, tomou uma decisão que repercute até hoje para o bem da cidade de Várzea Alegre. Encaminhou um de seus filhos, Pedro Sátiro, já aos 19 anos, para estudar fora. Sonhava que ele voltasse a nossa terra e servisse a sua família e ao nosso povo, como médico.
Em 1962, Dr. Pedro retornou e, até hoje, vem servindo a esta cidade como médico, além de ter conquistado, junto ao povo varzealegrense, três mandatos de prefeito, num total de 14 anos dirigindo os destinos da nossa terra. No mesmo ano de 1962, Joaquim de Sátiro trouxe do Sítio Bravas – Cariús, para morar em sua casa, um sobrinho seu, Raimundo Sátiro, de 17 anos, para iniciar seus estudos. Este acabou sendo adotado por Dr. Pedro, seguiu seus passos e também serve a esta terra como médico.
Em 02 de abril de 1964, Joaquim de Sátiro perdeu Dona Maria e ficou viúvo. Casou-se novamente, em 16 de maio de 1965, com Dona Raimunda Gonçalves da Costa e teve com ela mais quatro filhos: Ana, Maria Luiza, Regina e Elano.
Em 1972, descobriu a doença que o consumiu rapidamente, após muito sofrimento. Perto de morrer, chamou seu filho Pedro, e lhe fez dois pedidos: que ele e seus irmãos pagassem um empréstimo feito em seu nome, para que este jamais fosse protestado em cartório; e que mesmo depois de sua morte, Padro jamais abandonasse seus irmãos, especialmente os mais novos, que ficariam sem pai, ainda muito pequenos.
Joaquim de Sátiro morreu em 05 de agosto de 1972 e foi sepultado em Várzea Alegre, no Cemitério da Saudade, mas deixou sua marca viva na memória de seus descendentes e amigos: o exemplo de honestidade, disciplina, perseverança, amor ao trabalho e devoção à família.

terça-feira, 6 de maio de 2014

MÊS DAS FLORES E DAS MÃES



No mês das flores e das mães
Não vou querer pagar mico,Deus me manda inspiraçãoE muito feliz eu fico,Em fazer uma homenagemA simpática Flor do Chico.
Merece constar aqui,
Eu até peço licença
Para tratar por Bibí,
Que aquela flor estudou
Com a minha mãe Iracy.
Aquela tarde de sol,
No alpendre de Renato
Bebendo uma boa skol,
Tirando foto e brincando
Com a flor do Sanharol.
Eu sempre fiz o que quis,
Pois as flores que eu cuido
Tem o aroma de Paris.
Se tiver que me afastar
Eu entrego a Flor de Lis.
Como quem pisou em brasa,
Queria ser beija-flor
Dono de uma grande asa,
Pra ir voando beijar
As flores da minha casa.
Quando essa rima encerra,
Tou quase dentro do mato
Sentindo o cheiro da terra,
Mas sentindo muita falta
Do cheiro da Flor da Serra.
Mundim do Vale.
A Flor das Bravas também
Eu não consigo esquecer
No ofício de jardineiro
Eu tou aqui em Jatí
Eu mando um cheiro nas flores
Dedicado as mães e as flores do Memória Varzealegrense e do Face Book

                                                             ******************
Esse Jardineiro sempre aprontando e ele nem sabe que hoje é meu aniversário "real"!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Oh, Tristeza...

Hoje eu estou triste e sei o motivo. Estou aprendendo a desenvolver a minha inteligência emocional. O que não posso é permitir que essa tristeza estrague o meu dia. Devo ser sal e luz na vida do outro, logo não posso deixar  que ele perceba o tamanho da minha tristeza e nem o motivo, que é sempre banal.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Entre balas e cigarros...



          Todas as manhãs de todos os dias úteis ela está lá. Joelho no queixo, pé na cadeira e cigarro entre os dedos. Passo e fico pensando naquela pequena e magra senhora que vende balas quase na porta da Escola. Não pode ser na porta da Escola. Mas é quase lá. E que tenho eu com isso, você pode estar pensando. Somos, todos olheiros em uma sociedade conectada. Ela está lá. Vendendo balas e biscoitos de vento e fumando seu cigarro. Todos os dias.
          O livro poderia ser um bom elemento entre seus dedos. O dinheiro gasto seria o mesmo, com um diferencial, com o livro o dinheiro seria empregado e não gasto. O sangue ficaria envenenado, mas de uma adrenalina boa. O pulmão respiraria aliviado, sem nicotina. Todo seu organismo em sintonia com o que estivesse lendo. A vida talvez fosse mais divertida. A alegria experienciada por uma boa leitura vale mais que qualquer fumaça esvaída no espaço e seu olhar cinzento ganharia uma certa cor que não denunciasse a sua tristeza. O olhar vazio tomaria todo o espaço e não sobraria lugar para um pensamento que não fosse o da viagem interior, para o lugar que só você consegue chegar. Viagem que se chega  onde e quando se quer e com quem se escolher por companhia. É a vida sonhada através do livro com todo seu contágio aplicado a nosso real viver.

          E o cigarro se consumindo entre os dedos quase a queimá-los para fazê-la acreditar...

terça-feira, 22 de abril de 2014

O SINAL DA CRUZ

A Oração talvez não mude as coisas para você, mas, com certeza mudará você para as coisas.

Samuel M. Dhoemaker


Segundo o padre Marcelo Rossi:


“O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia.
Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.
(†) Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias de hoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do demônio.

(†) Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão.


(†) Dos nossos inimigos: a terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios. Fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo. “Um coração doce como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.”

Amém!

terça-feira, 25 de março de 2014

Oração a Nossa Senhora do Bom Parto

Terça-feira, 25 de Março de 2014






Ó Maria Santíssima, vós,  por um privilégio especial de Deus,  fostes isenta da mancha do pecado original,  e devido a este privilégio  não sofrestes os incômodos da maternidade,  nem ao tempo da gravidez e nem no parto;  mas compreendeis perfeitamente  as angústias e aflições das pobres mães  que esperam um filho,  especialmente nas incertezas do sucesso  ou insucesso do parto.  Olhai para mim, vossa serva,  que na aproximação do parto,  sofro angústias e incertezas.  Dai-me a graça de ter um parto feliz.  Fazei que meu bebê nasça com saúde,  forte e perfeito.  Eu vos prometo orientar meu filho  sempre pelo caminho certo,  o caminho que o vosso Filho, Jesus,  traçou para todos os homens,  o caminho do bem.  Virgem, Mãe do Menino Jesus,  agora me sinto mais calma  e mais tranquila porque já sinto  a vossa maternal proteção. Nossa Senhora do Bom Parto,  rogai por mim! 



Para as futuras mamães: 
Gabriela, Késia Mara e Juliana, no desejo de que as crianças cheguem num boa hora!